O escritor baiano Jorge Amado é considerado um dos maiores e mais famosos escritores brasileiros de todos os tempos, e chegou a tal posto por escrever livros como Suor, Capitães da areia, São Jorge dos Ilhéus, Bahia de Todos os Santos, O Compadre de Ogum, Tenda dos milagres, A descoberta da América pelos turcos, onde em grande parte desses livros percebemos que Jorge Amado gostava de destacar a grande diversidade religiosa existente na Bahia, mesmo dizendo que não pertencia diretamente a nenhuma religião.
Ele buscava exaltar em seus livros cada uma das diferentes religiões e crenças vistas na Bahia, desde o Candomblé até o Islamismo, apesar de a maioria dos seus livros terem muitas influencias do Candomblé, ele evitava dizer que uma religião era melhor do que outra e tentava pregar a convivência pacifica entre as pessoas de todas as religiões.
Uma prova de tudo que mostrava em seus livros é o que Jorge Amado fez em seu mandato como Deputado Federal, foi o autor da emenda que garantiu a liberdade religiosa lei esta que até hoje está em vigor.
Mesmo dizendo não pertencer a nenhuma religião, Jorge era simpatizante do candomblé, religião na qual exercia o posto de honra de Obá de Xangô no Ilê Opó Afonjá, posto do qual muito se orgulhava, e tinha vários amigos como as mães de santo: Mãe Aninha, Mãe Senhora,Mãe Menininha do Gantois, Mãe Stella de Oxóssi, Olga de Alaketu, Mãe Mirinha do Portão, Mãe Cleusa Millet, Mãe Carmem e o pai de santo Luís da Muriçoca, mas isso não tira nenhuma credibilidade do que Jorge Amado escrevia quando o tema era RELIGIÃO.
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